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Graciñas pola visita, deixade constancia dela. Félix.
fizMay 24 a cara rotaHai dias que te levantas seguro de ti mismo, asomaste a fiestra, chove, e qué?, non é fermosa a chuvia?, se hoxe mais fermosa si cabe, lembras os últimos días, a última seman, o último fin de seman, pois claro que é fermosa a chuvia.
Levantase o vento, ese norte que estremece, que te fai sentir vivo, e volveste a asomar a fiestra, a mesma fiestra, a de sempre, ula experiencia?, e a pola de castaño que esta diante, axitada polo vento, esa mesma pola volveche a partir a cara.
Seguirei asomandome a fiestra sempre que zoe o vento, pero procurarei, menina, que non me partan a cara.
Un beijo e unha aperta moi forte.
"No hasta dos ni hasta diez...sino contar conmigo...y si alguna vez descubre que a los ojos la miro, no alerte sus fusiles
ni piense que deliro.." turcoTURCO Si, xa sei, os galegos somos asi…. Que unha mole branca de kg e mts de alzada sen avisar vaia e che poña as patas nos hombros e dache unha lambetada que deixa en ridículo a última noite de Xesus e María de Magdala…pois os galegos, bon, eu, digo: pequeniño…meu peque. Centos de noites ( Xandré sabes que non esaxero) volvicheste nube branca do cariño, a expresión mais pura da amizade sen preguntas, por qué? Da igual, estou ahí…para qué? Que importa, estas ahí. Queridísimo amigo, esperame que vas moi depresa, esperame, ela pensa que non a queres, tumbate diante da sua porta, dille canto nos importas…sempre Turco…de parte dos dous, profe, un beso e un abrazo
June 21 BARBIE VA A LA GUERRA
Barbie va a la guerra
Hay más de mil millones de Barbies. Solo los chinos superan tan enorme población. La mujer más amada del mundo no podía fallar. En la guerra del Bien contra el Mal, Barbie se alistó, hizo la venia y se marchó a la guerra de Irak. Llegó al frente de guerra vistiendo uniformes de tierra, mar y aire, hechos a su medida, que el Pentágono revisó y aprobó. Ella está acostumbrada a cambiar de profesión, de peinado y de ropa. Ha sido también cantante, deportista, palenteóloga, odontóloga, astronauta, bombera, bailarina y qué se yo qué más, y cada nuevo oficio implica un nuevo look y un nuevo vestuario completo, que todas las niñas del mundo están obligadas a comprar. En febrero del año 2004, Barbie también quiso cambiar de pareja. Llevaba casi medio siglo junto a Ken, que no tiene en el cuerpo otro bulto que no sea la nariz, cuado fue seducida por un surfista australiano que la invito a cometer el pecado del plástico. La empresa Mattel anunció, oficialmente, la separación. Fue una catástrofe. Las ventas cayeron a pique. Barbie podía, debía, cambiear de ocupación y de vestidos, pero no tenía el derecho de dar malos ejemplos. Entonces la empresa Mattel anunció, oficialmente, la reconciliación.
EDUARDO GALEANO ( ESPEJOS) May 29 quen esta detrasO preço dos alimentos e, especialmente, de grãos básicos aumentou dramaticamente nos últimos meses. Os meios de comunicação social mostraram-nos novas revoltas da fome no Sul do que lembrar-nos das pessoas que teve lugar em meados e final dos anos oitenta contra os planos de ajustamento estrutural impostas pelo Banco Mundial e Fundo Monetário Internacional. Em países como o Haiti, Paquistão, Guiné, México, Marrocos, Senegal, Uzbequistão, Bangladesh… pessoas vieram para as ruas para dizer: "Já basta!". Mas o que está por trás da crise alimentar mundial? Será que todo mundo perde? É aí que ganha? O preço de sessenta produtos agrícolas aumentou 37% durante o ano passado no mercado internacional. Um aumento que vem afetando principalmente cereais com uma subida de 70%. Entre estes, trigo, soja, óleos vegetais e de arroz, atingiram valores recorde. O preço do trigo, por exemplo, hoje um montante superior a 130% um ano atrás e arroz em 100%. Vendo isto não é surpreendente dados explosões de violência no sul do país para a alimentação porque são grãos básicos, aqueles que alimentam os mais pobres, aqueles que registaram um aumento sem precedentes. "O problema hoje não é a falta de alimentos no mundo, mas a incapacidade para acessá-los" Mas o problema hoje não é a falta de alimentos no mundo, mas a incapacidade para acessá-los. Na verdade, a produção cerealífera mundial que triplicou desde os anos sessenta, enquanto a população à escala global só duplicou. Há várias razões por detrás desta dramático aumento nos preços de secas e outras condições climáticas nos países produtores, como a China, Bangladesh e na Austrália que teria afetado as colheitas, um aumento do consumo de carne em franca expansão classes médias nas Américas Latina e na Ásia, especialmente China, cereais importados pelos países até agora auto-suficiente como a Índia, Vietnã e China, devido à perda de terrenos agrícolas, um aumento do preço do petróleo, que teria impactado diretamente ou indiretamente, e até aumentar os investimentos especulativos em matérias-primas. É neste ponto que eu acho importante para se concentrar nos dois últimos casos. O aumento do preço do petróleo tem gerado utilizando combustíveis alternativos, como os de origem vegetal. Os governos como os Estados Unidos, a União Europeia, Brasil e outros têm feito especial ênfase para a produção de agrocombustibles como uma alternativa à escassez de petróleo eo aquecimento global. Mas essa produção do combustível verde entrar em concorrência directa com a produção alimentar. Para dar apenas um exemplo, no ano passado nos Estados Unidos, 20% do total de grãos colheita foi utilizada para a produção de etanol e estima-se que ao longo da próxima década este número irá subir para 33%. Imagine esta situação no sul do país. FAO, a Organização das Nações Unidas para a Alimentação ea Agricultura, já admitiu que "a curto prazo, é altamente provável que a rápida expansão dos combustíveis verdes, em todo o mundo, tem efeitos substanciais sobre a agricultura da América Américas" . "A crise alimentar global beneficia multinacionais monopolizar cada um dos elos da cadeia de produção, transformação e distribuição de géneros alimentícios" Outra causa é de destacar o crescente investimento do capital especulador em commodities. Na medida em que a bolha imobiliária rebentar nos Estados Unidos e aprofundou a crise financeira, especuladores começaram a investir em alimentação, empurrando os preços para cima. Mas esta crise alimentar global não é conjuntural, mas responde ao impacto das políticas neoliberais que têm sido aplicados durante trinta anos a uma escala global. A liberalização comercial ultra através de negociações na Organização Mundial do Comércio e os acordos de comércio livre e de políticas de ajustamento estrutural, o pagamento da dívida externa, privatização de bens e serviços públicos são apenas algumas das medidas que tenham sido impostas pelo Banco Mundial e Fundo Monetário Internacional, nas últimas décadas, no sul do país. Algumas políticas que têm permitido a invasão destes mercados para os produtos do agronegócio altamente subsidiado do Norte e de ter acabado com a agricultura ea pecuária nativas; reconversão e de privatizar terras designadas até agora a oferta local terras produção de mercadorias para exportação . Alguns territórios nas mãos do agronegócio, que se aproveitou de trabalho barata e um pouco rigorosa legislação ambiental. "Temos de afirmar o direito dos povos à soberania alimentar, para controlar a sua agricultura ea sua alimentação" Este modelo de agricultura e alimentação não só tem implicações no sul global, mas também nas comunidades do Norte: correr, de ambos os lados do planeta, com uma agricultura familiar proximidade e de comércio vital para as economias locais, promovendo crescente insegurança alimentar com uma dieta alimentar que caters a viajar milhares de quilômetros antes de chegar na nossa mesa, e promoção da agricultura e da agricultura intensiva, desnaturados, toxicodependente (pelo alto uso de pesticidas) e onde o benefício económico direitos preempts social e ambiental. A crise alimentar global beneficia multinacionais monopolizar cada um dos elos da cadeia de produção, transformação e distribuição de alimentos. Não coincidência que os benefícios económicos de grandes multinacionais de sementes, adubos, comercialização e transformação das cadeias alimentares e de distribuição retalhista não tenham pára de crescer. Os alimentos tornaram-se uma mercadoria nas mãos do maior lance. A terra, sementes, água… são propriedade de multinacionais que se ponha um preço exorbitante alguns activos que até recentemente eram públicos. Confrontados com a mercantilização da vida, temos de afirmar o direito dos povos à soberania alimentar, para controlar a sua agricultura ea sua alimentação. Nós não podemos especular sobre o que nos alimenta. (*) Esther Vivas é co-coordenador do Supermercados livros, e não através do comércio justo Whither?. Este artigo foi publicado na revista Pública. May 20 QUEN GAÑA COA CRISIS ALIMENTARIA MUNDIAL?El precio de los alimentos y, en especial, de los cereales básicos ha aumentado espectacularmente en estos últimos meses. Los medios de comunicación nos han mostrado nuevas revueltas del hambre en los países del Sur que nos recuerdan aquellas que se llevaron a cabo a mediados y finales de los ochenta contra los planes de ajuste estructural impuestos por el Banco Mundial y el Fondo Monetario Internacional. En países como Haití, Pakistán, Guinea, Marruecos, México, Senegal, Uzbekistán, Bangladesh… la gente ha salido a la calle para decir: “Ya basta”. Pero, ¿qué se esconde detrás de la crisis alimentaria mundial? ¿Todo el mundo pierde? ¿Hay quien sale ganando? El precio de sesenta productos agrícolas ha aumentado un 37% en el último año en el mercado internacional. Un aumento que ha afectado sobre todo a los cereales con una subida del 70%. Entre éstos, el trigo, la soja, los aceites vegetales y el arroz han alcanzado cifras récord. El precio del trigo, por ejemplo, suma hoy un 130% más que hace un año y el arroz un 100%. Viendo estos datos no es de extrañar las explosiones de violencia en el Sur para conseguir alimentos porque son los cereales básicos, aquellos que alimentan a los más pobres, los que han experimentado una subida sin parangón.
Hay razones varias que explican este aumento espectacular de los precios: desde las sequías y otros fenómenos meteorológicos en países productores como China, Bangladesh y Australia que habrían afectado a las cosechas; el aumento del consumo de carne por parte de pujantes clases medias en América Latina y en Asia, especialmente en China; las importaciones de cereales realizadas por países hasta el momento autosuficientes como India, Vietnam o China, debido a la pérdida de tierras de cultivo; el aumento del precio del petróleo que habría repercutido directa o indirectamente, y hasta las crecientes inversiones especulativas en materias primas. Es aquí donde creo importante centrarnos en estas dos últimas causas. El aumento del precio del petróleo ha generado el uso de combustibles alternativos como aquellos de origen vegetal. Gobiernos como el de Estados Unidos, la Unión Europea, Brasil y otros han hecho especial énfasis en la producción de agrocombustibles como una alternativa a la escasez de petróleo y al calentamiento global. Pero esta producción de combustible verde entra en competencia directa con la producción de alimentos. Por poner sólo un ejemplo, el año pasado en Estados Unidos el 20% del total de la cosecha de cereales fue utilizada para producir etanol y se calcula que en la próxima década esta cifra llegará al 33%. Imaginémonos esta situación en los países del Sur. La FAO, la Organización de las Naciones Unidas para la Alimentación y la Agricultura, ya ha reconocido que “a corto plazo, es muy probable que la expansión rápida de combustibles verdes, a nivel mundial, tenga efectos importantes en la agricultura de América Latina”.
Pero esta crisis alimentaria mundial no es coyuntural, sino que responde al impacto de las políticas neoliberales que se vienen aplicando desde hace treinta años a escala global. Liberalización comercial a ultranza a través de las negociaciones en la Organización Mundial del Comercio y en los acuerdos de libre comercio y las políticas de ajuste estructural, el pago de la deuda externa, la privatización de los servicios y bienes públicos son sólo algunas de las medidas que se han venido imponiendo por parte del Banco Mundial y el Fondo Monetario Internacional en las últimas décadas en los países del Sur. Unas políticas que han permitido la invasión de estos mercados por productos del agrobusiness del Norte altamente subvencionados y que han acabado con la agricultura y la ganadería autóctona; reconvirtiendo y privatizando tierras destinadas hasta el momento al abastecimiento local en tierras de producción de mercancías para la exportación. Unos territorios en manos de la agroindustria, quien ha sacado provecho de una mano de obra barata y de una laxa legislación medioambiental.
La crisis alimentaria global beneficia a las multinacionales que monopolizan cada uno de los eslabones de la cadena de producción, transformación y distribución de los alimentos. No en vano los beneficios económicos de las principales multinacionales de las semillas, de los fertilizantes, de la comercialización y transformación de comida y de las cadenas de la distribución al detalle no han parado de aumentar. Los alimentos se han convertido en una mercancía en manos del mejor postor. Las tierras, las semillas, el agua… son propiedad de multinacionales que ponen un precio exorbitante a unos bienes que hasta hace muy poco eran públicos. Frente a la mercantilización de la vida, debemos de reivindicar el derecho de los pueblos a la soberanía alimentaria, a controlar su agricultura y su alimentación. No se puede especular con aquello que nos alimenta. (*) Esther Vivas es co-coordinadora de los libros Supermercados, no gracias y ¿Adónde va el comercio justo?. Este artículo ha sido publicado en el diario Público. March 25 EL IMPERIO DEL CONSUMOEl imperio del consumo2008-03-25
March 15 Estas navidades siniestras(Garcia Marquez)Ya nadie se acuerda de Dios en Navidad. Hay tanto estruendo de cornetas y fuegos de artificio, tantas guirnaldas de focos de colores, tantos pavos inocentes degollados y tantas angustias de dinero para quedar bien por encima de nuestros recursos reales, que uno se pregunta si a alguien le queda un instante para darse cuenta de que semejante despelote es para celebrar el cumpleaños de un niño que nació hace 2 000 años en una caballeriza de miseria, a poca distancia de donde había nacido, unos mil años antes, el rey David.
Novecientos cincuenta y cuatro millones de cristianos creen que ese niño era Dios encarnado, pero muchos lo celebran como si en realidad no lo creyeran. Lo celebran además muchos millones que no lo han creído nunca, pero les gusta la parranda, y muchos otros que estarían dispuestos a voltear el mundo al revés para que nadie lo siguiera creyendo. Sería interesante averiguar cuántos de ellos creen también en el fondo de su alma que la Navidad de ahora es una fiesta abominable, y no se atreven a decirlo por un prejuicio que ya no es religioso, sino social. Lo más grave de todo es el desastre cultural que estas Navidades pervertidas están causando en América Latina. Antes, cuando solo teníamos costumbres heredadas de España, los pesebres domésticos eran prodigios de imaginación familiar. El niño Dios era más grande que el buey, las casitas encaramadas en las colinas eran más grandes que la virgen, y nadie se fijaba en anacronismos: el paisaje de Belén era completado con un tren de cuerda, con un pato de peluche más grande que un león que nadaba en el espejo de la sala, o con un agente de tránsito que dirigía un rebaño de corderos en una esquina de Jerusalén. Encima de todo se ponía una estrella de papel dorado con una bombilla en el centro, y un rayo de seda amarilla que habría de indicar a los Reyes Magos el camino de la salvación. El resultado era más bien feo, pero se parecía a nosotros, y desde luego era mejor que tantos cuadros primitivos mal copiados del aduanero Rousseau. La mistificación empezó con la costumbre de que los juguetes no los trajeron los Reyes Magos —como sucede en España con toda razón—, sino el niño Dios. Los niños nos acostábamos más temprano para que los regalos llegaran pronto, y éramos felices oyendo las mentiras poéticas de los adultos. Sin embargo, yo no tenía más de cinco años cuando alguien en mi casa decidió que ya era tiempo de revelarme la verdad. Fue una desilusión no solo porque yo creía de veras que era el niño Dios quien traía los juguetes, sino también porque hubiera querido seguir creyéndolo. Además, por pura lógica de adulto, pensé entonces que también los otros misterios católicos eran inventados por los padres para entretener a los niños, y me quedé en el limbo. Aquel día —como decían los maestros jesuitas en la escuela primaria— perdí la inocencia, pues descubrí que tampoco a los niños los traían las cigüeñas de París, que es algo que todavía me gustaría seguir creyendo para pensar más en el amor y menos en la píldora. Todo aquello cambió en los últimos treinta años, mediante una operación comercial de proporciones mundiales que es al mismo tiempo una devastadora agresión cultural. El niño Dios fue destronado por el Santa Claus de los gringos y los ingleses, que es el mismo Papá Noel de los franceses, y a quienes todos conocemos demasiado. Nos llegó con todo: el trineo tirado por un alce, y el abeto cargado de juguetes bajo una fantástica tempestad de nieve. En realidad, este usurpador con nariz de cervecero no es otro que el buen San Nicolás, un santo al que yo quiero mucho porque es el de mi abuelo el coronel, pero que no tiene nada que ver con la Navidad, y mucho menos con la Nochebuena tropical de la América Latina. Según la leyenda nórdica, San Nicolás reconstruyó y revivió a varios escolares que un oso había descuartizado en la nieve, y por eso lo proclamaron el patrono de los niños. Pero su fiesta se celebra el 6 de diciembre y no el 25. La leyenda se volvió institucional en las provincias germánicas del Norte a fines del siglo XVIII, junto al árbol de los juguetes, y hace poco más de cien años pasó a Gran Bretaña y Francia. Luego pasó a Estados Unidos, y estos nos lo mandaron para América Latina, con toda una cultura de contrabando: la nieve artificial, las candilejas de colores, el pavo relleno y estos quince días de consumismo frenético al que muy pocos nos atrevemos a escapar. Con todo, tal vez lo más siniestro de estas Navidades de consumo sea la estética miserable que trajeron consigo: esas tarjetas postales indigentes, esas ristras de foquitos de colores, esas campanitas de vidrio, esas coronas de muérdago colgadas en el umbral, esas canciones de retrasados mentales que son los villancicos traducidos del inglés; y tantas otras estupideces gloriosas para las cuales ni siquiera valía la pena de haber inventado la electricidad. Todo eso, en torno a la fiesta más espantosa del año. Una noche infernal en que los niños no pueden dormir con la casa llena de borrachos que se equivocan de puerta buscando dónde desaguar, o persiguiendo a la esposa de otro que acaso tuvo la buena suerte de quedarse dormido en la sala. Mentira: no es una noche de paz y amor, sino todo lo contrario. Es la ocasión solemne de la gente que no se quiere. La oportunidad providencial de salir por fin de los compromisos aplazados por indeseables: la invitación al pobre ciego que nadie invita, a la prima Isabel que se quedó viuda hace quince años, a la abuela paralítica que nadie se atreve a mostrar. Es la alegría por decreto, el cariño por lástima, el momento de regalar porque nos regalan, y de llorar en público sin dar explicaciones. Es la hora feliz de que los invitados se beban todo lo que sobró de la Navidad anterior: la crema de menta, el licor de chocolate, el vino de plátano. No es raro, como sucede a menudo, que la fiesta termine a tiros. Ni es raro tampoco que los niños —viendo tantas cosas atroces— terminen por creer de veras que el niño Jesús no nació en Belén, sino en Estados Unidos.
(Tomado de Aporrea) January 29 COINCIDENCIASTres cuartas partes do recorrido quedaban atras. Xa soio era cuestión de deixarse levar, relaxarse e deixar que o camiño impuxera o ritmo que a el lle petase.
coñecéranse na consulta do nerólogo. Foi como estar por un intre no ollo do furacan, unha calma luxuriosa arrodeada por todas partes do caos mais absoluto.
Deronse o enderezo e mais o teléfono, e o " mañan chamote" sooulles a espranza, a vida.
Coincidian en moitas cousas, os mesmos livros, as mesmas pelis, a mesma música...
Coincidian en moitas cousas pero nunca souberon que a maior coincidencia era o diagnóstico compartido.
Fiz August 25 hinmno galego e rajoyEl PP presenta hoy en el Congreso una iniciativa para que se ponga letra al himno españolEl COE hizo la semana pasada una proposición similar para que los deportistas puedan cantar el himnoEFE - Madrid - 04/06/2007 El presidente del PP, Mariano Rajoy, ha anunciado esta mañana que su grupo parlamentario presentará "hoy mismo" una iniciativa en el Congreso para que se cree una comisión que ponga letra al himno nacional. En declaraciones a Onda Cero recogidas, Rajoy ha afirmado que el trabajo de esa comisión debería durar unos "dos o tres meses". El presidente del PP realizó este anuncio al ser preguntado por el hecho de que el Comité Olímpico Español (COE) haya propuesto que se redacte una letra para el himno nacional para responder al deseo de los deportistas que quieren cantarlo en las grandes competiciones. El pasado 18 de abril el historiador Jon Juaristi desveló que el anterior presidente del Gobierno, José María Aznar, encargó a un grupo de escritores y poetas, entre ellos él mismo, poner letra al himno nacional, aunque no llegó a hacerse porque "no había posibilidad de llegar a un consenso con la oposición". Moratinos lo cantaría con "pasión" El ministro de Asuntos Exteriores, Miguel Ángel Moratinos, se ha mostrado a este respecto partidario de poner letra al himno nacional "si hay consenso de todas las partes" y ha añadido que, si es así, lo cantará con "pasión", "emoción", y con el "sentimiento de representar a una gran nación". En declaraciones a RNE recogidas, Moratinos ha asegurado que, como ministro de Asuntos Exteriores y de Cooperación, cuando viaja fuera de España representando "a los 44 millones de españoles, a la octava economía del mundo" y suena el himno nacional "es algo muy íntimo, muy emotivo y muy significativo" para él. A Cañizares, "como español", le gustaría que tuviera letra El cardenal Primado de España y arzobispo de Toledo, Antonio Cañizares, ha dicho hoy que, "como español, me gustaría que tuviésemos una letra en el himno nacional". El también vicepresidente de la Conferencia Episcopal Española manifestó que él cree que "todos queremos de alguna manera que tengamos una letra" para el himno nacional. En este sentido señaló que si en Toledo el himno de la ciudad tiene letra "y nos ponemos muy gozosos cuando la cantamos, por ejemplo el próximo miércoles por la noche bajo el Arco de Palacio", con motivo de las festividades del Corpus, y "la gente vibra, cómo no vamos a vibrar también con el himno nacional". Rajoy sostiene que saber el himno gallego "no le importa a nadie"El BNG tilda de ignorante al líder del PPEL PAÍS - Santiago - 24/08/2007 El presidente del Partido Popular, Mariano Rajoy, contestó ayer a la intención del vicepresidente de la Xunta, Anxo Quintana, de que en el centenario de la primera interpretación del himno gallego no haya niño en Galicia "que no conozca y sepa cantar los versos del bardo de Bergantiños". Rajoy, que hace poco tiempo se mostraba a favor de elegir una letra para el himno español, sostiene que conocer el gallego "no le importa a nadie" y la prioridad educativa es que "los niños estudien inglés desde los tres años y se familiaricen con la sociedad de la información y las nuevas tecnologías desde la edad más temprana, que sepan muchas ciencias, muchas matemáticas y que tengan un modelo educativo exigente, porque si no, les estaremos engañando". "Eso es lo que les va a permitir a los niños triunfar en la vida y que su país mejore. Esa es la prioridad", reiteró el dirigente popular en una entrevista a Europa Press. "Aquí se ha hablado de poner los nombres de las lápidas en gallego, se ha hablado del cambio de hora...Todo eso no le importa a nadie", zanjó Rajoy. El vicepresidente de la Xunta, Anxo Quintana, aseguró con ironía, en respuesta a Rajoy, que los niños gallegos "son capaces de hacer más de dos cosas a la vez" y estudiar inglés y nuevas tecnologías compatibilizándolo con aprender el himno. "Rajoy debe ser como Bush, que no es capaz de hacer dos cosas a la vez, pero los niños gallegos sí pueden", remachó Quintana en una entrevista a la Cadena SER. El líder nacionalista rechazó que el texto del himno gallego contenga matices agresivos ya que, según él, sólo se trata "de una evocación de la identidad de Galicia". Quintana explicó que "es la primera" vez que "algún político de Madrid" se siente aludido por los versos del himno que hacen referencia a los "imbéciles e escuros". El coordinador ejecutivo del BNG, Francisco Jorquera, replicó a Rajoy asegurando que "sólo un ignorante o una persona acomplejada que reniega de su origen gallego puede establecer una contradicción entre conocer el himno de su país y estudiar inglés y familiarizarse con las nuevas tecnologías". Para Francisco Jorquera, "el problema del señor Rajoy" es la "visión sectaria y excluyente" que tiene de España "y que no asume" la "diversidad de naciones y culturas" del Estado. Sin embargo, sostiene, Rajoy no aplica los mismos razonamientos cuando de lo que se trata es de conocer la historia de España o de hacer conocer y respetar los símbolos españoles. También los socialistas se sumaron a la polémica. El portavoz parlamentario del PSdeG, Ismael Rego, consideró "increíble" que a Rajoy "le pueda molestar que los niños conozcan sus símbolos, su himno, su idioma y su cultura", a los que el dirigente popular, dijo, nunca tuvo aprecio o respeto. El portavoz socialista valoró como "irrelevante" la opinión de Rajoy respecto a la comunidad y los gallegos ya que, según explicó, desde que conoció al líder popular cuando era vicepresidente de la Xunta no le ha escuchado decir "ni una sola palabra en gallego". Para Rego, la razón de las declaraciones de Rajoy es una búsqueda de "la confrontación a toda costa". July 14 tangallegocomoelgallegoHai un grupiño de xente con apelidos moi compostos e filiación inequívoca que anda a recoller asinaturas en contra do noso idioma. Seica van polas dez mil, e non dubidamos que serán algunhas máis. Segundo eles, estase a producir unha imposición da lingua no ensino. O seu argumento-estrela é que o español é tan galego coma o galego. Imos intentar desentrañalo por consenso científico. A ver logo. Aplicamos a lóxica que nos ensinaron (en español, só en español, sempre en español) na escolarización media e primaria. Non hai présa. -Principio base: calquera cousa é igual a si mesma. Se A é igual a A, A é igual a A. O español é igual a si mesmo e o galego tamén. Espero que ninguén se sinta ofendido por este principio. -Principio base avanzado ou axioma da ra Gustavo: se unha cousa é igual a si mesma e aparece unha segunda cousa que é igual á cousa anterior, as dúas cousas son iguais. Exemplo (vid. Barrio Sésamo): certo número 3 vai andando a brinquiños por un centro comercial. Busca impaciente a máquina de refrescos. De repente aparece outro número 3 brincando nervioso. Os dous quedan parados. O segundo número 3 non busca un refresco, senón a súa filliña, a letra P, que acaba de escaparlle para a sala de xogos. Nada máis verse, o primeiro número 3 e o segundo número 3 detéñense e crávanse a mirada. Acaban de descubrir que son iguais! E senten alegría, unha inesperada proximidade (en Barrio Sésamo a xenética non existe). Como todo o mundo viu algunha vez Barrio Sésamo, non reproducimos o resto da historia. É moi entrañable e ao final, xa adiviñaría o astuto lector, a máquina de refrescos estaba dentro da sala de xogos. -Principio tangallegocomoelgallego: un 4 vai saltando co seu único pé polo centro comercial de antes. Busca a máquina de refrescos. Segundo tangallegocomoelgallego, cando aparece 3 en escena, 4 dálle unhas palmadas nerviosas. “Ei! Ti e mais eu somos iguais!!”, di con satisfacción. A escena conxélase. Sae a ra Gustavo, didáctica: “queridos nenos, este número está confundido. El di que é igual a 3. Vós que pensades?”. Nenas e nenos de medio mundo, sentados frente á tele da casa coas perniñas colgando, berran “Nooon! Son distintos!”. E entón vén o monstro das galletas e canta a canción dos dez números. Publicidade. -Conclusión A: o galego é tan galego coma o galego. O español ten máis sorte; é en todo igual a si mesmo pero ademais pode ser igual a outra cousa. -Conclusión B: o español é tan español coma o español e tan galego coma o galego. Pero o galego non é tan español coma o español –isto último creo que pode entendelo incluso un españolista-. BIBLIOGRAFÍA (en español, claro) Lógica fluida : una alternativa a la lógica tradicional, DE BONO, Edward, Ed. Paidós Constitución española, VV.AA, Ed. Castillejo Barrio Sésamo – Aprenda con el monstruo de las galletas, Ed. Planeta Junior Un artigo de Xabier Cordal March 08 ARTIGO DE OLEGUER
February 05 O futuro esta onde menos te esperasEsa frase dun contacto do msn,e a conversación posterior convenceronme de ir abrindo unha a unha as pechaduras, as sete pechaduras que pechaban a caixa.
Ser un mesmo, errar unha e outra vez, pero ser un mesmo..."maneras de vivir...", nen máis nen menos.
Espero que esta aperta chegue con toda sua forza a esa fermosa cidade, máis fermosa si cabe coa tua presenza, Bruselas.
Segue asi, ainda que a veces se sufra, non cambies. January 11 UNHAUna esta triste, una esta sola, que tendra una que pocos la quieren ahora.. -Lancelot-
Unha.. Unha enpezou chamandose..., seis anos, primeiro de E.X.B., morena e "gordita", non moito, digamos agradablemente "gordita". Penso que en todo o curso nin me dirixiu a palabra,claro, dona Beatriz empeñouse en porme como claro exemplo do "barbaro que fala en dialecto" e xa estabamos en 1975... E que iba a saber un crio recen chegado de Mourisco que en "Orense te hablan castellano", o mais que sabiamos do castellano era o que nos ensinaba o señor Antonio "o Carteiro":-sabedes como se chaman os burros en Madrid? pois ASNOS... Oscura entrada a miña na escola, tanto que empañou ata esa cariña que eu miraba de reollo, ai a miña..., se eu soupera falar como ela... Coido que foi a primeira Unha, ainda que dubido que o orde cronolóxico sexa exacto a partir de agora, mesturarase todo e todas. M......, coño, ela se que era bonita, morena, alta, delgada, recen chegada de París...coido que tiña 6 ou 7 anos, eu andaría polos 9. Nunca o soupo, pero funlle fiel de pensamento, palabra e obra ata os 15 anos. Ela, boeno, o meu "amor" por ela foi o meu segredo mellor gardado, ainda hoxe, penso que non o sabe ninguen, nin ela por suposto. Claro que era relativamente doado serlle fiel ata os 15 anos, pero e que enton emmpezamos a celebrar os cumpleanos da pandilla nas buhardillas, casas vacías dos abos..e a fidelidade esvaiase cando soaban Scorpions e as suas baladas e cando o Yosi nos decía: "que puedo hacer si dices que nunca vas quererme" Julia, Reyes..."pero que manía con la habitación de al lado.." Julia, rostro pálido de azuís e profundos ollos, o mais que cheguei foi a sentarme o seu lado no cine e bailar o "Still loving you".. pero foi unha época fermosa, os primeiros golpes de estado producianse na pandilla e o "pacto entre caballeros" dinamitouno unha axustada falda ben levada por unha , xa enton, explosiva Reyes. Pero a irman do Michel seguía a traernos amigas... Puri, Monica, si Monica, a que cantaba como Ana Belen iso de: "sentada en el anden". Cumpreanos de Fran (17 anos), Larios, Bacardi,victimas do futuro, mister Gary Moore, besos con sabor a pastel, pasteles da Dina, todo invitaba, pero o pensamento adolescente estaba en Diamond..Ana desexo, Ana suxerencia hoxe, Ana indiferencía mañan, Ana cariñosa pasado, Ana cerca, Ana lonxe Ana a primeira que fixo soñar, Ana a penúltima que me fixo...en fin, mellor que o resuma Toñi: Ana capricho. Claro que non sempre Ana pantasma aparecía con tanta forza, e o final...Larios, Bacardi, Puri, Cristina, Belen ...victimas do futuro, mister Gary Moore... (5-6 -1995) October 26 YA VEREMOSYA VEREMOS
Me dicen que esta noche
no soñaste conmigo
el mismo café de siempre
hoy porqué sabe tan mal
Me cuentan que el portero
...ni te miró
a pesar de esa minifalda
que produce dolor
Será que la verdad
hoy esta loca de atar
se acostó con la razón
y ahora no pueden parar
Será que el corazón
esta vez no dudó
pidió el divorcio a la cabeza
ya no duele el dolor
Y ya veremos
mañana ya veremos
ya veremos
mañana ya veremos
si la razón
se queda sin empleo
ya veremos
mañana ya veremos
si para siempre
era solo un momento
y ya veremos
mañana ya veremos
ya veremos
mañana ya veremos.
fiz-2005
October 23 para que decir nadaPARA QUE DECIR NADA Podedes recoller. Deica mañan.- O soar o timbre da escola un esgotador día de examenes rematou para Fernando. Unha forte dor de cabeza acompañao de volta a casa.Non pensa se lle sairon ben ou mal, en realidade non pensa en nada. -Adeus "pasmao",que non te enteras.- -Ah, hola Cris, perdo non te vira.- -Pareces canso, ¿que tal o curso?- -Normal, e decir mal, non sei se o rematarei- -Iso mesmo dixechelo o ano pasado. Veña home, xa sabes que hai momentos en que a moral baixase ata o chan, en que non ves futuro. Date unha boa ducha e xa verás como te sentes mellor.- -Non sei...- -A ver,contame, vamos tomar un café.- Unha moderna cafetería, decorada en branco e negro, chea de espellos por todolos lados, un ambente luminoso, frío pero agradable. Hai locais que parecen estar feitos para ollalos dende fora, como se o seu uso non fose outro co de un escaparate. Alí podense ver moitas caras distintas, moitas historias distintas. A loira que fala co camareiro ten todo o estilo dunha muller que vive para lle gustar a os homes, parece ademáis que ten o papel moi ben deprendido. O pobre camareiro xa non sabe se esta servindo unha cervexa ou se esta a preparar unha hamburguesa, soio sabe que fai calor... Ó fondo, na mais escondida das mesas, alguén mira o reloxio. O mellor espera por unha rapaza a que estivo a chamar toda a seman para conseguir unha cita, o mellor ata ten deprendido de memoria o que lle vai a decir. O mellor soio espera por un compañeiro para pasarlle os apuntes, ¿quen o sabe? Noutra mesa un home e unha muller discuten. O mellor ela acaballe de decir que está preñada, que non sabe como poido pasar, pero pasou, que hai que atopar unha solución, pero que de aborto nada, que é pecado, que o prohibe a igrexa. O mellor el falalle de como esta a vida, que para formar unha familia fai falla a seguridade dun bo traballo que el ,o mellor, non ten, que se deixe de pecados... Ainda que, o mellor, discuten polo salgado que estaba o xantar. ¿Quen o sabe? -¿Sabes?, Cris, en E.X.B. cando as cinco e media saia de clases, eu era feliz pensando no bocata que iba a papar ao chegar a casa. Bocatas de chourizo, bocatas de queixo, de mortadela con aceitunas, de xamon de Iorque...os bocatas son como cárceres onde se atopa un condeado a morte... e moi poucas veces se lle indulta, ainda que tamen poden ser... -Oes tio, ¿de que vas? ¿Non me iras a decir que o que che pasa e que sentes nostalxia, que debeces por un bocata e un maletín con libros de E.X.B.?, veña,coñecemonos ¿eh? -"Ya te valió" Cris, simplemente era un comentario, algo que se me pasou pola mente. ¿Que pasa? ¿Que a tí non che se veñen de repente imaxes a cabeza?, tes o tacto de un hipopótamo. -Moi ben, isto pasame por falar con paranoicos. Bocatas, ¡merda! sabes. -Cris,estabache a falar de algo moi meu, algo que de repente quixen compartir contigo, o de menos son os bocatas, ¿por que te quedas sempre con iso? ¿por que non probas a ver que, ainda que insignificante pola sua forma, no fundo é algo moi grande para min? ¡é algo meu, meu!, algo que non comparto con calquera. E tí sempre me estas a dar ahí, nas cousas miudas pero importantes. Acaso tí non dixeches algunha vez, sen vir a conto, ¡que fermosa esta a lua, síntome ben! E que che parecería se quen esta ao teu lado vai e dí: Pois non sei que lle ves, se ahí enriba esta cheo de satelites postos polo home,algunhos con armas para destruir a terra... Que delicadeza,¿non?, é como se lle perguntas a alguén como esta, e responde que de pé, iso e ter o emotivo no calcañal... -Boas tardes, ¿que van a tomar? -Para min traiga unhas raias.. -¿Como dí? -Que un café con leite. -Para min o mesmo. ¿Sabes?, Fernando, que cousas... -Vaia, calmaches ¿eh? -Non sexas parvo. Deciache que as veces pasan unhas cousas, eu que quería falar contigo de algo meu, moi meu, e mira ti por onde. -Veña, non foi nada, ¿que querías decirme? -Eu...eu quérote.Adeus. -Espera non te vaias, Cris, ¡espera! Pois si que estamos...boh, estara de coña, pero, ¿non sei? ¡Eh. oiga? mellor traiame un Dick doble.Chist.
outono de 1987 October 01 EL VIEJO TRENEL VIEJO TREN
Igual que ayer
me desperte
eran la tres,
todo va bien
En el viejo tren
hoy facturé
con destino incierto
tu triste amor
Con paso firme
me alejaré
no volveré
maldita estación
Quiero sentir de nuevo
el viento en mi piel
que mi sonrisa no sea
un recuerdo del ayer. September 23 el viejo kakiTodo un descubrimento no Canedo rock.Un vello bluesman de Euskadi.Fixome pasar un bo momento e hoxe iso e un luxo.Nunca me deixará de sorprender que grupos sen p.. idea lideren listas...pero non sexamos ilusos...te es lo que hay...ademais sen ese componente marxinal algunha música perdería encanto,pero de vez en cando poderian repartir parte do parne,ou que seria de grupos como El canto del loco se non existiran antes Platero,paradevos a escoitar algo de ambos,que casualidade verdade,que vergonza,hai temas descaradamente copiados.
Ao que íbamos:Benvido a miña vida vello bluesman. June 21 LAP A RUSHOutra vez tiña que ser Jorge "guitarras" ...quen se non...
Nunhas soporíferas festas do Corpus , estes "neniños" que acaban de empezar nisto do rock, demostraron que cando se quere,cando se sabe(carallo si saben), e cando se ten tanta música dentro a cousa funciona.
Foi un auténtico pracer volver a ver a Carlis nun escenario.Gran banda si señor.Gracias por a maxia,ainda que me esquecín de chorar esa noite...
Pero que importa se as do corpus son penosas...sempre Allariz!viva o boi,viva o bo!
Gracias por ese fin de seman nenos e nenas,bo cumple me pasei si señor,ainda que me faltaba algunha xente...pero gracias a todos:Pi,Xandre(eles primeiro que son empresarios),Kathy,H.R.,Ciri,Suso,Carolina,Txaki,Choni,Katxo,Indi,Turro...bueno..tamen Dani,Iñigo..e sobre todo Lonia(contigo empezou a festa e o pacto
PROFE, FUCHES A PRIMEIRA.NON O ESQUEZO.UN ABRAZO.
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